quarta-feira, 28 de agosto de 2024
Um agradecimento
terça-feira, 27 de agosto de 2024
Botando a cabeça para "funcionar"
sexta-feira, 23 de agosto de 2024
Baile das Palavras Espirituais
sexta-feira, 9 de agosto de 2024
Uma Palavra, Um Conto
segunda-feira, 29 de julho de 2024
Um escritor me inspira.
Em homenagem a um grande escritor português Mia Couto, a continuidade do projeto Um escritor me inspira. Iniciativa de Norma Emiliano.
“A língua portuguesa é um espaço de resistência. Na periferia, a palavra precisa lutar para não ser silêncio. (COUTO, 2011, p. 130)
Conto:
Quando, na gravidez, a mãe de Nina soube que sua bebê iria nascer com uma síndrome, ficou assustada. Nina nasceu com Sindrome de Down.
A criança foi cercada de carinho e cuidados por toda família desde o seu nascimento. A pequena foi matriculada em uma escola regular.
Um belo dia a mãe encontrou a filha chorando na saída da escolinha. Com enorme tristeza soube que os amiguinhos debochavam da menina.
A diretora da escola convocou uma reunião e fez os pais dos alunos entenderem que a Síndrome de Down não é uma doença e sim uma alteração genética. Nina podia fazer a maioria das atividades que seus coleguinhas fazem: andar. falar, brincar, se vestir, ir à escola. Entretanto, ela iria conseguir estas habilidades um pouco mais tarde que as demais crianças.
Apesar de sofrer com a discriminação. Nina vive uma vida feliz e realizada.
Hoje tem apenas 21 anos, mas carrega consigo muitas realizações: ela é poliglota: fala, além do português, alemão, espanhol e francês.
E atua como ativista em defesa das pessoas com Síndrome de Down.
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domingo, 28 de julho de 2024
Botando a Cabeça prá "Funcionar"
sexta-feira, 19 de julho de 2024
Os Cegos e o Elefante
Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio. Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo.
Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem. Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas…
Quando todos os cegos tinham apalpado o paquiderme, o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante.
Então, o que tinha apalpado a barriga disse que o elefante era como uma enorme panela.
O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade, discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura.
- “Nada disso”, interrompeu o que tinha apalpado a orelha. “Se ele se parece com alguma coisa é com um grande leque aberto.”
O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu:
- “Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água…”
- “Essa não”, replicou o que apalpara a perna, “ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste…”
Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia.
Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam.
O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem.
- “O elefante é tudo isso que vocês falaram", explicou. "Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante. Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiências de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante.”.
Moral da História:
Para obtermos uma visão o mais integral possível do que é uma pessoa, devemos reunir, numa unidade, os numerosos aspectos que podem ser observados no ser humano. É o que devemos tentar fazer, cientes, porém, de que uma visão completa, como diria o príncipe indiano, é sempre impossível.
Fonte: Google


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