quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Um agradecimento


 

Minha amiga virtual que agora é real, Roselia.
Tem uma coisa que preciso lhe dizer...
Deus me enviou um anjo para me cuidar.
Que também tem a missão de abrir os meus olhos e ouvidos
Para ver e ouvir tudo de bom que tenho a minha volta.
Esse anjo Deus chamou de Amigo. 
Obrigada pela sua amizade, querida Roselia.
Seu carinho e delicadeza muito me emocionam.
Você me fez muito feliz com o presente que hoje recebi. 
Um carinhoso beijinho de agradecimento.


terça-feira, 27 de agosto de 2024

Botando a cabeça para "funcionar"


 
Dona Cegonha estava bastante confusa. 
Naquele ano em 03 de Novembro, trouxe um lindo menininho para  mamãe Verena que aguardava ansiosa. 
Exatamente no ano seguinte, também, em Novembro, desta vez, no dia 09 lá vem ela com uma menininha no bico. 
Qual foi a sua surpresa quando Cegonha viu o endereço da entrega...era novamente para a mamãe Verena. 
Três anos antes a orgulhosa mamãe já havia sido agraciada com uma menininha. 
O trio só deu alegrias e é o orgulho de mamãe e papai.

Esta é a minha participação no
Botando a Cabeça prá "Funcionar" AQUI


sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Baile das Palavras Espirituais


Uma iniciativa da querida Roselia





 
A Cooperação, a Proatividade, e a Comunicação 
Prepararam uma grande festa para homenagear o Blog Espiritualidade que, hoje, aniversaria. 
Seria  O Baile das Palavras Espirituais. 
Convidaram as palavras amigas: 
Benevolência, Flexibilidade, Carinho, Bondade, Lealdade, Honestidade, Proatividade, Compaixão, Empatia, Fé,  e Caridade. 
O amigo Amor e a Criatividade organizaram o Baile com esmero.
Na hora do Parabéns todas as Palavrinhas deram um sonoro Viva para o Blog e Rosélia que, afinal, conhece muito bem todas estas qualidades espirituais e 
 e com elas nos encanta.
E a noite continuou com muita música e dança.







 





sexta-feira, 9 de agosto de 2024

Uma Palavra, Um Conto


 Nesta blogagem coletiva, uma palavra é dada, por Norma, para a criação de um pequeno conto livre baseado na temática que a palavra suscita 

A palavra é Saudade

Então, a filha de Vanessa foi morar em um outro país com o marido e a netinha. O primeiro ano foi bem angustiante para o casal, a filhinha e a vovó. 
A turbulência logo passou e deixou uma surpresa agradável para toda família: 
Vanessa iria ter outro netinho.
Nasceu Ricardo.
Luli se apaixonou pelo irmãozinho e, também, se adaptou na nova escola.
Vovó Vanessa encontrava seu amor misturado com alegria e ansiedade.
Uma vez por ano a filha e os netinhos vinham visitar os avós.
Teriam o previlégio de rever Carla e os pequenos.
  Passar 30 dias com eles e mandar a Saudade embora.








segunda-feira, 29 de julho de 2024

Um escritor me inspira.


 Em homenagem a um grande escritor português Mia Couto, a continuidade do projeto Um escritor me inspira. Iniciativa de Norma Emiliano.

“A língua portuguesa é um espaço de resistência. Na periferia, a palavra precisa lutar para não ser silêncio. (COUTO, 2011, p. 130)

Conto:

Quando, na gravidez, a mãe de Nina soube que sua bebê iria nascer com uma síndrome, ficou assustada. Nina nasceu com Sindrome de Down. 

A criança foi cercada de carinho e cuidados por toda família desde o seu nascimento. A pequena foi matriculada em uma escola regular.

Um belo dia a mãe encontrou a filha chorando na saída da escolinha. Com enorme tristeza soube que os amiguinhos debochavam da menina.

A diretora da escola convocou uma reunião e fez os pais dos alunos entenderem que a Síndrome de Down não é uma doença e sim uma alteração genética. Nina podia fazer a maioria das atividades que seus coleguinhas fazem: andar. falar, brincar, se vestir, ir à escola. Entretanto, ela iria conseguir estas habilidades um pouco mais tarde que as demais crianças.

 Apesar de sofrer com a discriminação. Nina vive uma vida feliz e realizada.

Hoje tem apenas 21 anos, mas carrega consigo muitas realizações: ela é poliglota: fala, além do português, alemão, espanhol e francês.

E atua como ativista em defesa das pessoas com Síndrome de Down. 


   























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domingo, 28 de julho de 2024

Botando a Cabeça prá "Funcionar"





 Redes Sociais estão repletas de pessoas sem noção.
 Só fazendo caras e bocas. 
Postagens sem pé nem cabeça. 
Com algumas, só rindo à beça.

Esta é a minha participação no
Botando a Cabeça prá "Funcionar" AQUI

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Os Cegos e o Elefante


 Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio. Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo.

Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem. Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas…

Quando todos os cegos tinham apalpado o paquiderme, o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante.

Então, o que tinha apalpado a barriga disse que o elefante era como uma enorme panela.

O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade, discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura.

- “Nada disso”, interrompeu o que tinha apalpado a orelha. “Se ele se parece com alguma coisa é com um grande leque aberto.”

O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu:

- “Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água…”

- “Essa não”, replicou o que apalpara a perna, “ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste…”

Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia.

Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam.

O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem.

- “O elefante é tudo isso que vocês falaram", explicou. "Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante. Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiências de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante.”.

Moral da História:

Para obtermos uma visão o mais integral possível do que é uma pessoa, devemos reunir, numa unidade, os numerosos aspectos que podem ser observados no ser humano. É o que devemos tentar fazer, cientes, porém, de que uma visão completa, como diria o príncipe indiano, é sempre impossível.

Fonte: Google